A CÚPULA do Palácio Bandeirantes do Alkmin
pressionou o banco oficial (Nossa Caixa) para patrocinar eventos da Rede Vida e
da Rede Aleluia de Rádio. Autorizou a veiculação de anúncios mensais na revista
"Primeira Leitura", publicação criada por Luiz Carlos Mendonça de
Barros, ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso e tendo
como sócio e editor o jornalista Reinaldo Azevedo, hoje na Veja e na Folha!
Descoberto o esquema milionário, Mendonça
de Barros saiu da revista deixando Azevedo como testa de ferro e editor.
Tipo, laranja, explicando melhor o que
sempre rolou na privataria do reeleito com propinas, FHC.
O banho de ética anunciado pelo candidato
tucano à Presidência da República torna-se uma ducha de água fria com o
resultado de uma auditoria na área de publicidade da Nossa Caixa, que revela o
descontrole nas contas, e com a investigação, pelo Ministério Público do
Estado, a partir de denúncia anônima, sobre o uso político-partidário do banco
oficial.
Ao analisar 278 pagamentos às duas agências
no período em que operaram sem contrato - no total de R$ 25 MILHÕES -, a
auditoria interna apontou irregularidades em 255 OPERAÇÕES (91,73%).
PRA VARIAR... Não deu em nada, mas muitos
milhões ainda estão debaixo dos seculares “tapetões”.

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