domingo, 11 de janeiro de 2015

BANCO ESTATAL na farra milionária dos aliados de Alkmin e do presidente FHC reeleito com propina


 A CÚPULA do Palácio Bandeirantes do Alkmin pressionou o banco oficial (Nossa Caixa) para patrocinar eventos da Rede Vida e da Rede Aleluia de Rádio. Autorizou a veiculação de anúncios mensais na revista "Primeira Leitura", publicação criada por Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso e tendo como sócio e editor o jornalista Reinaldo Azevedo, hoje na Veja e na Folha!

Descoberto o esquema milionário, Mendonça de Barros saiu da revista deixando Azevedo como testa de ferro e editor.
Tipo, laranja, explicando melhor o que sempre rolou na privataria do reeleito com propinas, FHC.

O banho de ética anunciado pelo candidato tucano à Presidência da República torna-se uma ducha de água fria com o resultado de uma auditoria na área de publicidade da Nossa Caixa, que revela o descontrole nas contas, e com a investigação, pelo Ministério Público do Estado, a partir de denúncia anônima, sobre o uso político-partidário do banco oficial.

Ao analisar 278 pagamentos às duas agências no período em que operaram sem contrato - no total de R$ 25 MILHÕES -, a auditoria interna apontou irregularidades em 255 OPERAÇÕES (91,73%).


PRA VARIAR... Não deu em nada, mas muitos milhões ainda estão debaixo dos seculares “tapetões”.
►   Reinaldo Azevedo, ministro do FHC e Alkmin AQUI 
A maracutaia completa AQUI

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