sábado, 17 de janeiro de 2015

ROOSEVELT e a farsa de Pearl Harbour



O QUE É ENSINADO ÀS CRIANÇAS NAS ESCOLAS: “Na manhã de domingo, 07 de dezembro de 1941, os japoneses lançaram um ataque surpresa contra Pearl Harbor, que dizimou a frota americana no Oceano Pacífico e forçou os Estados Unidos a entrar na Segunda Guerra Mundial.”
Mas, com exceção para a data, tudo o que você acabou de ler é uma farsa. 
Na realidade, não houve ataque furtivo. A Frota do Pacífico estava longe de ser destruída. E, além disso, os Estados Unidos fez um grande esforço para facilitar o ataque._
No dia 27 de janeiro de 1941, Joseph C. Grew, o embaixador dos EUA para o Japão, enviou uma mensagem para Washington afirmando que ele tinha descoberto que o Japão estava se preparando para ataca Pearl Harbor.
Em 24 de setembro, um despacho da inteligência naval japonesa, para o cônsul geral do Japão em Honolulu foi decifrado.
A transmissão revelava um pedido de uma grade com as localizações exatas de todos os navios em Pearl Harbour.

Surpreendentemente, Washington optou por não compartilhar essas informações com os oficiais em Pearl Harbour.
Em seguida, em 26 de novembro, o corpo principal da força de ataque japonês (que consiste em seis porta-aviões, dois navios de guerra, três cruzadores, destróieres nove, oito navios-tanque, 23 submarinos da frota e cinco mini-submarinos) partiu para do Japão para o Hawai.
A transcrição das informações de muitas expedições, interceptada e traduzida pela inteligência da Marinha dos EUA, desmente o mito que a força de ataque manteve um rigoroso silêncio nas comunicações de rádio.
Os documentos mostram que não havia escassez de despachos, considerando-se que Tóquio enviou mais de 1000 transmissões para a frota de ataque antes de atingir o Hawai.

Algumas dessas expedições, em particular a mensagem do almirante Yamamoto, não deixou dúvidas de que Pearl Harbor era o alvo de um ataque japonês: "A força-tarefa, mantendo o seu movimento estritamente secreto e mantendo estreita guarda contra submarinos e aviões, deve avançar para as águas havaianas, e, para abrir as hostilidades, deve atacar a principal força da frota dos Estados Unidos e aplicar um golpe mortal. O primeiro ataque aéreo está previsto para a madrugada de X-dia - data exata a ser dada pela ordenança mais tarde".
Inclusive, na mesma noite antes do ataque, a inteligência dos EUA decodificou uma mensagem apontando para domingo de manhã, como o prazo estabelecido para algum tipo de ação japonesa.
A mensagem foi entregue ao alto comando em Washington mais de quatro horas antes do ataque a Pearl Harbour.
Mas, como muitas mensagens antes, a informação não foi transmitida ao alto comando em Pearl Harbor.
Embora muitos navios tenham sido danificados em Pearl Harbour, todos eles eram ultrapassados e lentos.

Por que Pearl Harbor aconteceu?
Roosevelt queria uma fatia da torta da guerra, após falhar a isca Hitler.
Após dar 50 bilhões de dólares em suprimentos de guerra à Grã-Bretanha, à União Soviética, França e China, como parte do programa Lend Lease, Roosevelt mudou o foco para o Japão.
Roosevelt sabia que guerra com o Japão era uma porta traseira legítima para se juntar a guerra na Europa, após o Japão ter assinado um pacto de defesa mútua com a Alemanha e a Itália.
Em 7 de outubro de 1940, um dos conselheiros militares de Roosevelt, o tenente-comandante Arthur McCollum, escreveu um memorando detalhando um plano de 8 etapas que provocaria o ataque do Japão aos Estados Unidos.
Durante o ano seguinte, Roosevelt implementou todos as oito ações recomendadas McCollum e, no verão de 1941, os EUA entraram, junto com a Inglaterra, com um embargo de petróleo contra o Japão.
O Japão precisava de óleo para a sua guerra com a China e não tinha outra opção, a não ser a invasão das Índias Orientais e o Sudeste da Ásia para obter novos recursos de energia.
Em primeiro lugar, para fazer isso, era necessário se livrar da Frota dos EUA no Pacífico.

Embora Roosevelt pudesse ter conseguido mais do que esperava, ele deixou claro que o ataque a Pearl Harbour aconteceria e até ajudou o Japão ter certeza que seu ataque seria uma surpresa.

Ele fez isso ocultando as informações dos comandantes de Pearl Harbour e até mesmo para garantir que a força de ataque japonesa não fosse descoberta acidentalmente pelo tráfego marítimo comercial... CONTINUA em português no link aqui embaixo:
Português JornalGGN

BARÕES do PIG SÃO DETRITOS DO TIETÊ comparados ao mega empreendedor, jornalista (mesmo!) e “reaça” Murdoch da FOX.



por Paulo Nogueira 

Respeito Nassif como jornalista, e reconheço nele o pioneirismo, ao lado de Paulo Henrique Amorim, em erguer consistentemente na internet uma voz alternativa ao conservadorismo petrificado das grandes empresas de mídia.

Mas Nassif tem comparado Murdoch aos barões brasileiros em suas práticas, e nisto ele está completamente errado.

A única semelhança que os une é a ideologia de direita.

Murdoch, ao contrário dos Marinhos, dos Civitas e dos demais, jamais encontrou mamatas públicas em seu caminho.

Não foi bafejado com reserva de mercado, com eternos Mensalões na forma de verbas publicitárias governamentais, com financiamentos de bancos oficiais, com a compra cativa de livros editados pelas empresas de mídia, com concessões – e por aí afora.

Foi, e é, um empreendedor que correu o tempo inteiro riscos. E, diferentemente dos barões brasileiros, é jornalista: sabe escrever, sabe fazer reportagem, sabe o que é manchete e o que não é nada.

Ele herdou um pequeno jornal de seu pai na Austrália e construiu um império mundial sem ganhar nada de graça.

Instalou-se na Inglaterra no final dos anos 1960, e enfrentou desde logo uma competição feroz num mercado extremamente disputado.

Foi malvisto desde o início pelos rivais, em boa parte por ser australiano. (A Austrália era uma colônia usada pelos ingleses para despachar presos.)

Graças a sua competência executiva e jornalística, ele se tornou o maior nome entre os donos de empresas de mídia na Inglaterra.

Com o Times, jornal clássico, e com o Sun, tabloide aguerrido, ele foi ganhando mais e mais espaço.

O melhor exemplo dos riscos que correu veio na década de 1980, quando decidiu entrar na tevê por satélite, com uma empresa que batizou de Sky.

Era um negócio caríssimo, e o retorno se mostrou bem mais demorado que o previsto por Murdoch.

Ele quase quebrou. Não tinha como pagar as dívidas que fizera com os bancos – privados, e ávidos por recuperar o que tinham emprestado a Murdoch.
Sem outra saída, ele foi obrigado a se associar ao rival em tevê por satélite, a BSB, igualmente em apuros. Dali surgiria a BSkyB.

Só muitos anos depois Murdoch teve os meios de comprar a parte que não era sua. Só não comprou porque, com o escândalo de um outro tabloide seu, o News of the World, o governo inglês decidiu proibir a operação.

Sempre correndo riscos, Murdoch acabou deslocando da Inglaterra para os Estados Unidos a sede de seu conglomerado.

Comprou marcas consagradas como a Fox e, no papel, o Wall Street Journal.
Nada em sua jornada é parecido com os privilégios dados, no Brasil, a três ou quatro famílias.

É um empreendedor de verdade, e também um jornalista em condições de discutir jornalismo com qualquer de seus editores de qualquer plataforma.

De que barão da imprensa brasileiro se pode dizer o mesmo?

Diário do Centro do Mundo


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

CARLOS MANGA - Diretor de Cinema e TV




José CARLOS Aranha MANGA, carioca, roteirista e diretor de cinema e TV. Ele inovou a comédia e a sátira no cinema do Brasil. Manga abandonou a vida de bancário pela paixão ao cinema. Essa atitude o levou para a Atlândida Cinematográfica, através do ator Cyll Farney que integrava o primeiro time da companhia. Começou como almoxarife, mas aos poucos foi aprendendo o ofício e galgando posições. De contra-regra, passou a assistente de montagem e de direção. Por volta de 1951, atuou como diretor musical em filmes da Atlântida, o que o qualificou para a sua primeira empreitada como diretor.


Carlos Manga fez sucesso na época das “chanchadas” da Atlântida, da qual foi um dos mais destacados diretores.
Procurou acrescentar situações do cotidiano e até da política em seus filmes, como quando Oscarito imitava o então presidente Getúlio Vargas. Sob a direção de Manga, o ator espanhol fez uma dupla inesquecível com Grande Otelo, em filmes marcados pelo engenho e pela criatividade.


Ele entrou na televisão pelas mãos de Chico Anysio, que o convidou para trabalhar na TV Rio e dirigir Chico Anysio Show, o primeiro programa da TV brasileira a usar truques de video-tape. Até então os programas eram gravados "ao vivo" e reproduzidos.
Carlos Manga também é publicitário e foi diretor artístico de minisséries da Rede Globo. Antes de sair da Globo (2012), foi diretor do núcleo de novelas.
 Assista Matar ou Correr no link




quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Vítima do preconceito

por Menalton Braff
CRUZ e Sousa, um simbolista brasileiro, está entre os cinco maiores simbolistas da literatura universal. Essa é, pelo menos, a opinião de grande parte da crítica literária não só do Brasil como de outros países do mundo. Você sabia disso? Aposto que não.
O poeta era filho de escravos alforriados por seu proprietário, o Marechal Guilherme Xavier de Sousa, um abolicionista avant la lettre, que acolheu o menino em lugar do filho que não teve, dando a ele o sobrenome e uma educação esmerada.
Adolescente, ainda, Cruz e Sousa, ou João da Cruz e Sousa, trabalhou em um jornal abolicionista na cidade de Desterro, hoje Florianópolis, sua terra natal. É um período em que sua referência poética foi Castro Alves: a poesia de luta. Com a morte do Marechal, o Dante Negro, como foi chamado pelo crítico José Veríssimo, começou a enfrentar a violência do preconceito racial. Nomeado promotor da conservadora cidade de Laguna, foi-lhe impugnada a nomeação por tratar-se de um negro. Não chegou a assumir o cargo.
Desgostoso de sua terra, vai tentar a vida no Rio, onde passa a colaborar em jornais, como o Cidade do Rio, do grande abolicionista que foi José do Patrocínio. Sobrevivendo de um emprego mal remunerado, na estrada de ferro, casa-se com Gavita, como ele, de origem africana, e com quem tem quatro filhos. Gavita, em meio às dificuldades econômicas e sociais da família, enlouquece e morrem-lhe três dos quatro filhos ainda crianças. Apenas um sobrevive aos pais, morrendo aos dezessete anos.
Atacado de tuberculose, doença que muitas vezes esteve vizinha da miséria, Cruz e Sousa refugia-se na cidade de Sítio (MG), onde o clima lhe parece mais favorável ao tratamento da enfermidade. Mas não resiste, e, com 36 anos de idade, vem a falecer.
Cruz e Sousa foi despachado para o Rio de Janeiro amarrado em um vagão para transporte de cavalos. Foi assim a última viagem daquele que viria a ser uma das glórias das letras nacionais. Não é o único caso de reconhecimento post-mortem, entre nós, que geralmente temos grande dificuldade para enxergar e entender o que está debaixo de nosso nariz. É preciso que o tempo providencie o distanciamento necessário ao entendimento?
Assim é o caso de Cruz e Sousa que, enquanto vivo, foi negro; depois de morto, virou gênio. E gênio não tem cor.
 Texto completo: CartaCapital

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O TIRANO “soft” amigo e dono da bomba de gasolina do Tio Sam...

ANTES de abrirem a matraca decoreba de “bolivarianos” e “vão pra Cuba”, conheça o carniceiro medieval da Arábia SauditaAbdallah bin Abdul Aziz Al-Saud, carne e unha com os EUA.

É O ÚNICO lugar do mundo que tem o próprio nome do país ligado a uma família, a família Al Saud. Por isso o país chama-se Arábia SAUDita mais medieval, impossível.


O TRADICIONALISMO é a causa de uma das interpretações mais rígidas do Islamismo.

É UMA monarquia absoluta que sempre mostrou um profundo desprezo pelos direitos humanos.
LEGISLATIVO não há. Partidos políticos não há. Constituição não há.

O REI governa de acordo com a Sharia, a lei sagrada do islamismo. A escravidão só foi abolida em 1962.

A JUSTIÇA se faz com penas de morte, amputações, torturas - nos Estados Unidos o processo é mais “Humanitário”!

A ARÁBIA Saudita tem pouco mais de 2 milhões de Km2 de areia e quase 30 milhões de habitantes.

APESAR de seu regime TIRÂNICO, é o principal ALIADO muçulmano dos EUA na região.

LOGICAMENTE, há grande oposição a esse regime tanto internamente quanto no mundo árabe.

INTERNAMENTE, a oposição é mantida calada com mão de ferro mas já cometeu inúmeros atentados comandados, principalmente, pela Al Qaeda de Bin Laden.

E OLHA que Osama Bin Laden era saudita; nasceu e foi criado na Arábia Saudita.

CADÊ A ANGELA MERKEL?...



O jornal ultraortodoxo israelense HaMevaser (O Mensageiro) estarreceu o mundo ao mostrar o “corte de cabeças” que fazem lembrar também seus  inimigos terroristas do Estado Islâmico.
 O jornal ELIMINOU AS MULHERES - entre elas Angela Merkel - ao estampar a foto dos líderes mundiais da marcha de Paris em homenagem ao Charlie Hebdo.
Os ultraortodoxos de Israel proíbem à presença das “luluzinhas” judias no abençoado clube do “bolinha” da política de Israel manipulada pelo carniceiro Adolf Netanyahu.
Em jornais e revistas medievais ultraortodoxos do moderno estado de Israel não há imagens de mulheres – nem nas reportagens e nem nos anúncios.

Flagrante do jornal americano Mediaite

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

HOLLYWOOD HOJE na HISTÓRIA – 14 de Janeiro de 1957


O ator Humphrey Bogart morreu em Hollywood, na Califórnia, vítima de câncer na garganta, às vésperas de completar 58 anos.

Ícone do cinema, Humphrey DeForest Bogart nasceu em Nova York no Natal de 1899. Após servir na Marinha americana durante a 1ª Guerra Mundial, iniciou a carreira artística no teatro.

Estreou no cinema em 1930, mas, sem sucesso, voltou aos palcos. Tornou-se conhecido ao interpretar o bandido Duke Mantee, da obra Floresta Petrificada, na Broadway, em 1935, e na tela, no ano seguinte.


Estrelou mais de 80 filmes ao longo da carreira, marcada por grandes desempenhos. Em Relíquia Macabra (1941), virou mito ao imortalizar o herói Sam Spade

Chegou ao auge de sua carreira como Rick Blaine, no clássico Casablanca (1942), contracenando com Ingrid Bergman uma das mais célebres cenas de despedidas da história do cinema. Mas o reconhecimento maior só chegaria com Charlie Allnut em Uma Aventura na África (1951), papel pelo qual foi premiado com o Oscar de Melhor Ator.


Passados 51 anos de sua morte, a lembrança de Bogie de chapéu de abas, sobretudo de gabardine, quase sempre cigarro na boca de lábios acentuados e olhar destemido se mantém viva, como uma das imagens mais memoráveis de Hollywood em todos os tempos.


As interpretações de Bogart eram emolduradas por seu biotipo de traços rústicos e temperamento implacável. Uma combinação arrebatadora que lhe garantiu enorme sucesso junto ao público feminino, dentro e fora das telas. (Jornal do Brasil) 

Casablanca - Trailer legendado